IMPLANTE COM ENXERTO DE OSSO BOVINO QUE TEM NO MESMO CORPO O DISPOSITIVO DE ENCHIMENTO E O DE FIXAÇÃO

11/10/2012

 

IMPLANTE COM ENXERTO DE OSSO BOVINO QUE TEM NO MESMO CORPO O DISPOSITIVO DE ENCHIMENTO E O DE FIXAÇÃO

A empresa Antonini Invenções Ltda se orgulha de ter colaborado com os pesquisadores Lourival Boehs, Fernando de Souza Pereira, Ricardo de Souza Magini e Aguedo Aragones no encaminhamento e obtenção da CARTA PATENTE da invenção.

Trata-se de bloco de implante, de osso bovino usinado, de modo a obter uma peça rígida de material homogêneo que contem dispositivo de enchimento e dispositivo de fixação formando um único bloco; é peça rígida, que usinada adquire forma geométrica de parafuso, taxa, placa e caixa; usado como material de enchimento nas técnicas cirúrgicas de aumento de rebordo, fixação de membranas reabsorvíveis e reconstrução de defeitos periodontais.

As reconstruções em regiões estéticas, freqüentemente, requerem aumentos ósseos tanto no sentido horizontal quanto vertical. Entretanto, a crista óssea não proporciona uma cavidade natural para manter enxertos particulados, como ocorre em enxertos no seio maxilar. A utilização de enxertos particulados para a região anterior requer a colocação de membranas de regeneraração óssea guiada (ROG), com o intuito de manter o enxerto em posição, permitindo a formação óssea.

O implante com enxerto de osso bovino elimina o parafuso metálico como elemento de fixação e agrega suas funções no próprio corpo do bloco de enchimento. O corpo com o dispositivo de fixação absorvível, acrescenta uma alternativa terapêutica ao conjunto de técnicas que exigem parafusos de fixação ou estabilização em seus protocolos cirúrgicos. Além disso, apresenta importância social já que a segunda intervenção cirúrgica, indicada para remoção dos parafusos metálicos implantados após terem cumprido sua função, será desnecessária. As vantagens psicológicas para o paciente ao poder tratar sua patologia com um único procedimento cirúrgico são profundamente marcantes e é inquestionável a diminuição do custo do tratamento. Significa:

-Maior conforto ao paciente, uma vez que será desnecessária uma cirurgia adicional para remoção da matéria-prima (tecido ósseo), quando comparado à utilização do material autógeno;

-Maior tranqüilidade ao paciente, uma vez que será desnecessária a utilização de material alógeno que apresenta propriedades passíveis de transmissão de doenças;

-Maior conforto ao cirurgião-dentista que poderá utilizar-se de quantidade ilimitada de material preenchedor;

-Maior imobilização, compressão e superfície de contato entre o sítio receptor e o material de preenchimento: fatores importantes para a sobrevivência do enxerto e substituição contínua do mesmo (osso bovino necrótico) por osso humano viável;

-Técnica mais rápida.

            A grande diferença funcional de sua utilização, em comparação com os parafusos metálicos, é a sua característica de reabsorção, ou seja, não se faz necessária sua remoção após o período de cicatrização do enxerto; os parafusos metálicos não possuem características estruturais, osseoindução e osseocondução que possibilitem tais utilizações.

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